CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO 2012-2014
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Montanhas & Rios, Turismo, Lda – sócio nº 1872 – representada por Alberto Trindade Martinho – Seia
1º Secretário: Ordem do Carmo em Portugal – sócia nº 29 – representada por Agostinho Marques de Castro – Fátima
2º Secretário: José Adelino da Costa Sucessores – sócio nº 462 – representada por Eduardo dos Santos Costa - Coimbra
DIREÇÃO
Presidente: Conjunto Turístico Quinta dos Três Pinheiros, Lda – sócio nº 2194 – representada por José Pires – Mealhada
Vice-Presidente (Alojamento): Hotel Oslo, Lda – sócio nº 280 – representada por José Madeira Caetano – Coimbra
Vice-Presidente (Restauração e Bebidas): Cacilda do Amaral Craveiro Correia – sócia nº 1502 – Tentúgal - Montemor-o-Velho
Tesoureiro: Tavares dos Santos e R. da Silva, Lda – sócio nº 22 – representada por Fernando Rodrigues da Silva – Coimbra
Secretário: Cândido Mourinho – sócio nº 2492 – Ílhavo
Vogal: Herdeiros de Ilídio Ruas Alves – sócio nº 267 – representada por Carlos Alberto Candeias Ruas Alves – Coimbra
Vogal: Turisbarest, Rest. Promoção Turística, Lda – sócio nº 2620 – representada por Carlos Manuel Vaz Ferreira – Figueira da Foz
CONSELHO FISCAL
Presidente: Nova Gama Gourmet – Indústria Alimentar, S.A. sócio nº 410 – representada por Arnaldo Conceição Batista – Coimbra
Vogal: Alberto Rui Pimenta Carvalho – sócio nº 2494 – Luso
Vogal: S. Francisco, Actividades Turísticas e Hoteleiras, Lda oteHH- sócio nº 70 – representada por Abílio Manuel Ferreira - Leiria
UM AEROPORTO PARA A REGIÃO CENTRO
A necessidade de dotar a região de recursos e infraestruturas que lhe permitam a sua autonomia e a otimização da sua diversificada oferta é imprescindível. A abertura ao tráfego civil para voos "charter" das bases de Monte Real e de S. Jacinto é imperiosa, como se mostra cada vez mais essencial dotar a Região Centro de um aeroporto multifuncional que sirva toda a região e que se destine essencialmente a voos "low cost". Não se trata como foi salientado de um mero capricho ou de uma situação irreal face à crise do País. Pelo contrário, estas são medidas estruturantes e que, numa altura em que o sector de exportação se mostra tão essencial, imprescindíveis a uma região que, fruto dessas faltas, vê desviados para Lisboa e para o Porto os turistas estrangeiros que apenas de passagem visitam as nossas praias, os nossos monumentos, os nossos mais procurados locais e saboreiam a nossa variada gastronomia.
É altura, ao invés do que tem vindo a acontecer na nossa região, de a dotar de infraestruturas necessárias ao seu desenvolvimento e não "elefantes brancos" como tem até agora acontecido. Um aeroporto para a Região Centro com as características e a multifuncionalidade que lhe é exigida custaria metade do dinheiro já gasto no mais que falado "METRO" quando nem um mílimetro temos!